FAM

Família, já disse alguém, melhor em álbum. Ou livro, como este, de Sergio Moacir Marques sobre as obras de Carlos Maximiliano Fayet, Cláudio Luis Araújo e Moacyr Moojen Marques, arquitetos modernos da primeira geração na Porto Alegre do Rio Grande do Sul. Ou seja, arquitetos formados entre 1953 e 1955, profissionais respeitados que foram professores de projeto na Faculdade de Arquitetura da UFRGS- Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Araújo focado na micro-escala do design e dos interiores, Moacyr e Fayet na macro-escala do urbanismo e do paisagismo. Nem sempre os três foram sócios, mas as iniciais dos três sobrenomes identificam o edifício que projetaram e
construíram como moradia entre 1964 e 68, o FAM de um apartamento por andar e família. Sim, Sergio é arquiteto, safra 1984, filho de Moacyr, e sobrinho por contiguidade do Araújo e do Fayet. Quem sai aos seus não degenera. Nao bastasse, Sergio é da mesma geração que o filho de Miguel Pereira, sócio e coetâneo de Fayet, Araújo e Moacyr numa obra chave, a REFAP, a Refinaria Alberto Pasqualini da Petrobrás em Canoas. Tem desdobramento nesta história de família ampliada. Primeiro, ela é antecipada pela dissertação de mestrado de Sergio, defendida em 1999 e ugestivamente
intitulada Arquitetura contemporânea no Rio Grande do Sul: mudanças de paradigmas nos anos 1980. Foi orientada por Elvan Silva, ex-aluno de Araújo, Moacyr e Fayet, que enveredara para a teoria naquela década de crise. Elvan foi um estudioso das relações entre prática profissional, conhecimento e ideologia na arquitetura, especialmente atento às questões doutrinárias na arquitetura moderna. Segundo, o presente livro se baseia
na tese de doutorado de Sérgio, defendida em 2012. Foi orientada pelo autor deste prólogo, outro ex-aluno de Araújo, Moacyr e Fayet, interessado desde a fundação em 1980 do PROPAR-UFRGS na revisão dos projetos exemplares da arquitetura moderna brasileira cariocas e paulistas. Confessamente cria de Araújo, seu assistente e depois sócio menor, colaborou com Moacyr no estudo do bar da nova sede do Instituto de
Arquitetos do Brasil- Departamento Rio Grande do Sul, obra de Fayet, e integrou a equipe formada por Fayet e Araújo para desenvolver o projeto final da Central de
Abastecimento de Porto Alegre. Nem por isso a história de família em questão se esgota
na genealogia ou na apologia. Ao reelaborar A raposa e as uvas em suas Fábulas Fabulosas, Millor Fernandes argumenta que, se frequentemente “quem desdenha quer comprar”, a moral da versão antiga, nos tempos novos cabe reconhecer que “a frustração
é uma forma de julgamento tão boa quanto qualquer outra.” Tão boa quanto seu contrário, a satisfação, pode- se acrescentar. Em outras palavras: inevitável, a 
subjetividade não é necessariamente inimiga do rigor no trato de qualquer tema. Não se trata aqui de reivindicar a familiaridade, mas de tirar partido da mesma com inteligência. Prestando atenção, como Sergio faz, às peculiaridades da experiência dos três arquitetos, que atuam na província inda que em sua capital, e província
literalmente marginal na geografia brasileira, inda 26 que não isenta de capital cultural. Para Sergio, viver na província não implica em ser provinciano, se por tal se entende ficar atrelado a perspectivas atrasadas ou superadas, ser desprovido de originalidade ou refinamento, exibir conservadorismo preconceituoso e carecer de sofisticação. De fato, ao menos antes da implantação da aldeia global, a província resiste à adoção de inovações formais, sejam autóctones ou gestadas na metrópole. Por exemplo, os grandes projetos do Governo Federal nos anos 1940 para Porto Alegre não prosperaram, mesmo considerando que a presidência do gaúcho Getulio Vargas os apoiava. E que Jorge Moreira, gaúcho embora radicado no Rio, assinava sozinho a proposta do Hospital de Clinicas da UFRGS, e em equipe com Affonso Eduardo Reidy as duas propostas para a sede da Viação Férrea do Rio Grande do Sul. Tampouco Oscar Niemeyer conseguiu aprovar seu projeto para a sede do Instituto de Previdência do Estado, que feria a estética da Avenida Borges de Medeiros segundo os todo-poderosos engenheiros municipais, muitos dos quais engenheiros-arquitetos. O Museu das Missões Jesuíticas de Lucio Costa em São Miguel é a exceção que confirma a regra, sua modernidade camuflada pela reconstrução do passado- longe de Porto Alegre. Tudo isso posto, as obras que Sergio examina mostram que viver à margem dos centros de cultura e poder
tem suas vantagens. Há mais tempo para pensar antes de agir, e pode-se cultivar um certo grau de autonomia e independência de pensamento em relação aos centros. Afinal, o conceito de centro é relativo: toda margem encerra uma vocação de centro, e no
presente São Miguel é periferia comparado a Porto Alegre. Além do mais, a margem gaúcha é especial na sua proximidade com os países do Prata, e se torna ponte entre duas línguas irmãs, mas não univitelinas. As Missões Jesuíticas eram espanholas e não
portuguesas, como Lucio Costa argumentava, mas a discussão da maior ou menor influência platina na formação do gaúcho não pode esquecer a familiaridade entre os de cá e os de lá. De outro lado, no campo do urbanismo, nos anos 1950, como Sergio
reitera, a formação em Montevidéu deixa seus traços na atuação de Evaldo Paiva e Demétrio Ribeiro, enquanto o uruguaio Fresnedo Siri presta homenagem à arquitetura moderna carioca no Hipódromo do Cristal do Jockey Club do Rio Grande do Sul e no edifício de apartamentos Esplanada. Não menos importante, a CEASA-RS teve o engenheiro uruguaio Eladio Dieste por consultor. O paulista Abrão Sanovicz, em visita ao
escritório da CEASA, debruçou-se na minha prancheta e criticou as abóbadas e cúpulas no desenho, dizendo que não eram arquitetura brasileira. Não admitia que a bandeira do racionalismo estrutural pudesse se desfraldar de outro jeito que não aquele estipulado pelo eixo Rio- São Paulo. Evidentemente, era sua visão, ou falta de. Pois a história
que Sergio relata e sustenta é a reivindicação de uma arquitetura feita no Rio Grande que é capaz de falar em termos mais abstratos e universais que o eixo Rio- São Paulo. Em parte, poder-se-ia argumentar, porque os programas podem ser complicados e extensos como uma refinaria, mas não tem vocação monumental, e os orçamentos não deixam muito espaço para arroubos, curvas ou mega-balanços. De outra parte, porém, trata-se mesmo de convicção, ainda que não seja explícita em palavras. Mais que Le Corbusier, Niemeyer e Artigas, as referências inferidas incluem Los Angeles e Chicago, Mies van der Rohe como Craig Ellwood e algum Richard Neutra, talvez mesmo Rudolf Schindler. Por baixo do pano, às vezes em óbvia ressonância com o Crown Hall e o edifício
Seagram de Mies tanto quanto a casa Rosen de Ellwood, outras vezes sugerindo comparação com a casa de praia Lovell de Schindler, sempre fundamental, está a composição modular apoiada em grelhas e eixos, em última instância herança de Durand, ponto de convergência entre Belas-Artes e Politécnica. A simetria, dizia Julien Guadet, último teórico da Beaux-Arts parisiense, é a regularidade inteligente. A arquitetura, dizia Auguste Perret, aluno de Guadet, é a arte de fazer cantar o ponto de apoio, e não lhe importava, como aos engenheiros de Porto Alegre, que as vigas estivessem aparentes, dificultando a liberdade de planta. A esse cantar gaúcho se associa pelo menos o quarto homem na REFAP, Miguel Pereira, e esse cantar, nos
mostra Sergio, não é enfático. Nem exacerba o debate expressivo entre estrutura e vedação, nem se exibe heroico ou primitivo. Tem uma certa afinidade com o jeito
manso de Lucio Costa, para quem a arquitetura moderna não queria se furtar às imposições da simetria, simplesmente a entendia no seu sentido original: “com
medida.” Enfim, se acompanha de uma materialidade modesta e austera mas nada brutal, apenas apropriada, que busca ser racional no sentido de razoável. No
plano da cidade, as evidências sugerem a defesa de um traçado racional mais estrito que o de Brasília, formalizado com traços germânicos pronunciados no seu racionalismo de barras paralelas. Sem nenhum preconceito contra o subúrbio jardim, de fato insistente
no endosso do recuo de jardim. Tudo devidamente referendado pelo peso da colônia alemã no meio da construção porto-alegrense. De repente, a ficha cai. De acordo com o dicionário, escola é o termo correto para designar conjunto de pessoas que segue um sistema de pensamento, uma doutrina, um princípio estético. A definição não implica multidões, mas consistência num certo período, ar de família. Sergio mediante,
salta uma escola de arquitetura gaúcha, e a gente não sabia? Pois é. Parece. A história de família é a história de uma escola, assunto público e não privado. Para além do reconhecimento de uma produção de qualidade inconteste, a idéia pode virar baliza, e estimular a discussão sobre a arquitetura gaúcha e brasileira no passado e no presente, sobre quem fomos, quem somos e o que queremos ser. Está de bom tamanho, boa medida. Pertinente e oportuno em tempo de nova crise profunda no estado e no país, não deixa de aportar um fio de esperança. Porque, expandindo palavras de Alvar Aalto, outro mestre do moderno, nada antigo pode renascer, mas nunca desaparece totalmente, e o que um dia nasceu sempre reaparecerá de outra forma. Eia, sus!

Carlos Eduardo Dias Comas, 2016

 

 LIVRO FAM

Lançamento durante o IV Enanparq - Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo
Quarta Feira, 27 de Julho de 2016 20:15h
Foyer Auditório Master
UniRitter - Laureate International Universities

Autor

Sergio M. Marques

 

Publicação baseada na tese de doutorado 
“Fayet, Araújo & Moojen - Arquitetura Moderna Brasileira no Sul 1950/1970” 
com orientação de Carlos E. D. Comas (UFRGS) e co-orientação de Hélio Piñon (UPC).  Banca: Fernando Diez (UP), Renato Anelli (USP), Edson Mahfuz (UFRGS), Marta Peixoto (UniRitter/UFRGS).

 

Prêmio CAPES de Tese - 2013

Prefácio:
Carlos E. D. Comas

Apresentação:
Hélio Piñon

Patrocinador Cultural:

ADFAUPA
Associação dos Docentes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Porto Alegre

Colegiado Administrativo

Presidente
Edison Zanckin Alice

Vice-Presidente 
Luciana Marson Fonseca

Tesoureiro
Fábio Bortoli

Vice-tesoureiro
Maturino da Luz

Primeiro Secretário
Renato Marques Fernandes

Segundo Secretário
Rodrigo Allgayer

Apoio à publicação

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UniRitter | Núcleo de Projetos | Centro Universitário Ritter dos Reis 
UniRitter Laureate International Universities

Programa de Pós-Graduação em Arquitetura | Universidade Federal do Rio Grande do Sul | 
PROPAR/ UFRGS

Grupo de Investigación Form+ | Escola Tècnica Superior d’Arquitetura de Barcelona | 
Universitat Politècnica de Catalunya | ESTAB/UPC

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | Ministério de Educação | 
CAPES/MEC

Documentation and Conservation of buildings, sites and neighborhoods of the Modern Movement | Docomomo Núcleo RS

Coordenação da Edição
Sergio M. Marques

Revisão Geral e Produção
BML8 Estúdio Criativo - Monica Luce Bohrer

Projeto Gráfico
Sergio M. Marques, baseado na Tese de Doutorado 
“Fayet, Araújo & Moojen - Arquitetura Moderna Brasileira no Sul 1950/1970” 
e nas obras de Hélio Piñon (UPC)

Editoração Eletrônica e Tratamento de Imagens
Arq. Monica Luce Bohrer, Acads. Bruna Moreira Mattos Balestro e Rodrigo Kirsch

Colaboração: 
Acads. Camilla Quintino, Desirée de Souza Pereira, Taís Serres dos Santos e Fábio de Freitas Berriel

Capa
Sergio M. Marques

Apresentação

La ventaja principal de afrontar actualmente la arquitectura moderna -desde el proyecto o desde la reflexión- es que ya no constituye una novedad, lo que plantea la calidad como el atributo esencial de sus obras. La mayoría de críticos, con la impaciencia miope que los caracteriza, ante la dificultad para encontrar la cualidad genuina de la arquitectura moderna, decidieron que era la novedad la virtud que adorna a sus productos, o lo que es lo mismo, que la condición básica de la arquitectura moderna era el ser eternamente distinta o, lo que es lo mismo, el no ser nada. Solo así se explica que a finales de los años sesenta, un gran sector de la crítica decretase el agotamiento de la mayor revolución estética de la historia del arte, que había puesto en circulación el sistema estético mas fecundo y versátil que se conoce. Todo ello, precisamente, cuando empezaba a producir sus mejores frutos.      La arquitectura moderna quedó así inédita para la crítica: reducida a unos panegíricos rituales a unos pocos "maestros", respecto a los cuales el resto de arquitectos serían simples imitadores.

Así, se fue instituyendo una producción inmobiliaria -llamarlo arquitectura me parece un abuso del término- que muestra como único valor una banalidad arrogante que trata de encubrir la desorientación que la sostiene y que está llenando las ciudades de episodios "emblemáticos" que parecen celebrar su propia torpeza. Afortunadamente, en la actualidad pocos comparten ese relato: la arquitectura moderna está todavía por descubrir, tanto en su sentido estético e histórico, como en la calidad de sus obras. Por eso hay que celebrar la publicación de trabajos como el de Sergio Marques, encaminados a reconocer el valor que tiene la producción de unos arquitectos excelentes, a quien la crítica no prestó la atención que merecieron, pero sus trabajos continúan siendo testimonio de un tiempo cada vez mas añorado, en el que necesariamente se ha de beber, si la arquitectura tiene algún futuro.

Hélio Piñon, Março - 2015

 

REFERÊNCIAS

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LINKS

Para baixar a tese na íntegra:

http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/65665

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